Campanha do Dia Mundial: Aids e Racismo. O Brasil tem que viver sem preconceito - 2005

Campanha do Dia Mundial: Aids e Racismo. O Brasil tem que viver sem preconceito - 2005
Data da campanha: 
2005

 

O Dia Mundial de Luta contra a Aids deste ano tem como tema no Brasil a aids e o racismo. Este tema foi escolhido a partir da perspectiva de que a população negra nunca foi alvo de campanhas de prevenção, sendo que representa 47,3% da população brasileira, segundo o IBGE. Essa representatividade aumenta quando verificamos que englobaa aproximadamente 65% da população de baixa renda.

No Brasil, apesar da tendência de estabilização da epidemia, os casos de aids vêm aumentando entre a população mais pobre, em que a população negra encontra-se em maior proporção. Daí a importância dessa população como protagonista do Dia Mundial de Luta contra a Aids de 2005.

O 1° de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, é o momento político que irá colocar o tema racismo, e suas consequências para os portadores de HIV e para a população negra, na agenda da sociedade. Seguem abaixo mais informações sobre a ação do dia 1° de dezembro:   

Tema:
Aids e o racismo


Slogan:
"Aids e Racismo. O Brasil tem que viver sem preconceito."

Materiais: 
Cartaz e folderes para distribuição em estados e mMunicípios

Ações:

  • Laço da solidariedade no prédio da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e nos postes dos Eixos Rodoviário e Monumental. 
  • Campanha do Laço Vermelho da Solidariedade do UNAIDS. Instalação do laço vermelho nos principais marcos de todos os municípios do Brasil. Convite feito para todas as prefeituras. 
  • Pronunciamento do Ministro da Saúde e da Ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial em cadeia de rádio e TV no dia 30 de novembro. 
  • Lançamento do Boletim Epidemiológico DST/AIids de 2005 (dia 30 de novembro). 
  • Solenidade "Pela Inclusão Social da População Negra": homenagem para ONG, Universidades e personalidades que se destacaram no trabalho com esta população, no auditório Emílio Ribas do Ministério da Saúde.